sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Juventude em Ação!!!


Incentivado a elaborar um plano de trabalho, após sermos convidados a integrar oficialmente ao Mandato Coletivo do deputado Durval Angelo (PT), nós da equipe Juventude em Ação, apresentamos nossas propostas a fim de que sejam analisadas pelos conselheiros e conseguintemente aplicadas.Para demonstrar a nitidez das nossas intenções queremos, inicialmente, informar que embasados em estudos realizados pelo diácono Bruce Eder, da cidade de Poços de Caldas, arquidiocese de Guaxupé, conseguimos elementos que nos dão um perfil da juventude brasileira em várias áreas de atuação.
Esta observação vai desde a partição do jovem na Igreja, trespassando pelas instituições familiar, escolar e profissional, até chegar à Política.Segundo estes estudos o jovem, num modo geral, sente falta de um referencial que seja “luz no seu caminho”, e de oportunidade para expressar condignamente suas idéias e seu moderno modo de ver o mundo.
Trate-se, pois, de uma anulação do jovem nestes cenários, tendo em vista que as instituições acima citadas (Família, Igreja, Estado), na maioria das vezes vêem o jovem, simplesmente como uma fase de curta duração, que traz reflexo da infância e espera “vacante” pela sua maturidade. È notável e merecedora de louvor e reconhecimento a dedicação que as instituições têm para com as crianças até a sua pré adolescência, mas investir na infância não significa, necessariamente, garantir um bom desenvolvimento do jovem enquanto agente construtor de sua própria história.
"A juventude é um dos grupos mais vulneráveis da sociedade brasileira. Ela é especialmente atingida pelas fragilidades do sistema educacional, pelas mudanças no mundo do trabalho e, ainda é o segmento etário mais destituído de apoio de redes de produção social".
Por estes tantos influentes, a sociedade aplica o discurso de que alguns jovens são desinteressados, não querem participar de nenhum evento sócio-político e que são alienados.
Na verdade esse discurso não apresenta as origens da não participação destes jovens.Segundo a CNBB, estudos recentes têm mostrado que os jovens desejam participar ativamente da vida social, têm muitas sugestões do que deve ser feito para melhorar a situação do país e querem dar a sua contribuição. (CNBB, 2006, p.19)Mas, tais jovens não encontram espaços adequados, pois as formas de participação presentes na sociedade, na Igreja e no Estado, segundo João Batista Libâneo, são percebidas pelos jovens como muito distante.
Nosso objetivo com esta pequena introdução é mostrar quais são os maiores obstáculos que impendem a juventude de participar da construção de sua história.
Com isso, após realizada a sondagem desta problemática, apresentamos nosso plano de ação que tem como objetivo maior dar voz e vez ao jovem, formar e incentivar a nova geração de nossa Tribo a ecoar um grito em favor da juventude. Boa sorte a todos!!!


Com fraternura;


João Campestre,OSA